segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Cheia de Manha

Cheia de Manha, novo clipe do Móveis




Esse abaixo é um feito em homenagem a Maísa e colocaram na net, curti também.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

DIA DO ROCK !

Texto abaixo retirado do Correio Braziliense de hoje...

Artigo - Olímpio Cruz Neto, especial para o Correio
Uma cinquentona roqueira

Do iê-iê dos Primitivos, em 1967, até as baladas de Beto Só, em 2009, passando pelo batidão dos Matuskelas, em 1972, até o proto-punk do Aborto Elétrico, em 1978, Brasília faz e respira rock. Já se vai quase meio século desde que os primeiros acordes de uma guitarra elétrica incendiaram moleques entediados em casas nas antigas satélites e nas super-quadras do Plano Piloto. De lá para cá, o gênero catalisou a urgência da cidade. E da molecada.

Quando, nos anos 1960, a Universidade de Brasília (UnB) sentiu as primeiras investidas de força do regime militar, boa parte da garotada residente em Brasília se encantava com o rock. Dos Reges aos Quadradões, a cidade se envolvia num clima de rebeldia até ser cruelmente atacada pela invasão da universidade em 1968. Sobreviveu. E a música também.

Nos anos 1970, em meio à pauleira militar, fervilhavam grupos na cidade como Mel da Terra, Tellah e Fusão. Tais bandas marcaram um período particular da história da cidade. Até desembocar na fúria punk herdada dos ingleses — sempre eles! — após a investida violenta do regime à UnB em 1977. A trupe era capitaneada por Renato Manfredini & acólitos e viria a render a primeira geração vitoriosa da cena roqueira daqui em nível nacional uma década depois: o triunvirato Legião Urbana-Plebe Rude-Capital Inicial.

Nos 1990, Little Quail, Raimundos e Maskavo Roots mantiveram a chama acesa, enquanto se multiplicavam riffs, tambores e gritos. Do atropelo dos anos colloridos até a pax tucana, a cidade abriu novas fendas. Agora, com o concreto rachado, mais e mais grupos seguem ditando os humores febris. São acordes de vitalidade, vozes da cidade e timbres nervosos da vida.

Do Watson ao Phonopop, passando por Bois de Gerião, Slug e 10zer04, o rock de Brasília permanece vivo em pleno século 21. Sem o mesmo apelo comercial de outrora. Mas, em tempos de internet livre e de morte das mídias tradicionais, quem precisa tocar no rádio para fazer música? O futuro é agora.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Nhoque de domingo

Nhoque de domingo

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domingo, 28 de junho de 2009

Dangerous

Ontem estava no show do Mombojó no Espaço Brasil Telecom, casa de shows daqui de Brasília que ontem encerrou infelizmente suas atividades depois de quinze meses, alguém do público gritou algo sobre o Michael, que também ontem encerrou suas atividades nessa vida, e Felipe vocalista respondeu " Se tem uma coisa que eu não vou fazer é tirar onda com Michael Jackson, que ele esteja bem onde quer que esteja" .

Nem eu, Michael era demais! Fenômeno pop, ídolo, grande influência da minha época. Não vivi na época dos Beatles, Pixinguinha, Elvis, Charlie Parker, Coltrane, não assisti a copa de 70, Janis e Hendrix nem pensar.. Mas o Michael eu vi, cresci acompanhando suas músicas, álbuns, escândalos, coreografias, games, filmes, mudanças e pra mim sempre foi acima de tudo um grande artista e nisso exemplo e visionário do mundo pop.

Por isso reitero o coro com Felipe, tirar onda com o Michael é que eu não vou.

No Móveis o Michael faz parte das nossas passagens de som, Tom, nosso técnico de PA, criou o hábito de sempre colocar Off the Wall para testar as caixas, é o começo da diversão e quando sabemos que já está tudo pronto para começar a passagem.




Com o vídeo do show, fica aqui a homenagem.

Esdras

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Música de graça | Ind.Brasileira e big band no Espaço BrT


Acompanhado pelo grupo Indústria Brasileira, o maestro Vadim Arsky e se apresenta dia 18 de junho no Espaço Brasil Telecom.

Na sequência do projeto Engate a Quinta, oInd.Brasileira reúne no mesmo show uma big band composta por Vadim Arsky( sax Alto), Fernando Machado (sax Tenor), Esdras Nogueira( sax barítono), Moises Alves e Westone Souza (Trompete), Alciomar Oliveira e Elias Alves (trombone), Vavá Afiouni( baixo), Rafael dos Santos( bateria) e PedroMartins(guitarra).

O roteiro do show será com base em releituras e arranjos de composições de de Severino Araújo Tom Jobim, Paulo Sérgio e Marcos Valle, João Donato, Maestro Duda do Recife, adaptadas para Big Band.

SERVIÇO
Big Band e Indústria Brasileira
Quando: 18 de junho
Horário: 21 horas
Local : Espaço Brasil Telecom , Brasília Alvorada Hotel( antigo Blue Tree)
ENTRADA FRANCA

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Ind.Brasileira de volta..

Essa foi a última apresentação do Ind.Brasileira no Engate a Quinta do ano de 2008, contamos com a presença ilustre do violinista Nicolas Krassik. Agora em março o projeto volta a ativa, 12 de março, Ind.Brasileira com Eduardo Neves num show dedicado a Nelson Cavaquinho e Kaxinbinho.
Só emoção..

abaixo o vídeo da última edição de 2008

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Engate a Quinta - Eduardo Neves 12 de março




Flautista, saxofonista e compositor, Eduardo Neves começou a estudar música aos 10 anos de idade. Teve como mestre o grande músico Nicolino Cópia, o Copinha. Aos 16 anos, começou a tocar profissionalmente com grupos de choro em saraus e festivais ao lado do percussionista Marcos Suzano e de Rodrigo Lessa. Convidado do grupo Indústria Brasileira, Eduardo Neves se apresenta pelo projeto Engate a Quinta no Espaço Brasil Telecom no dia 12 de março, às 21 horas.

Em 1987, o músico já fazia parte das bandas de Tim Maia e Luiz Melodia. No ano seguinte, fundou o trio Trato a Três ao lado de Rafael Vernet (piano) e Xande Figueiredo (bateria e percussão). Integrou, ainda, o grupo de choro Nó em Pingo D'Água. Em 1993, tocou com Hermeto Pascoal e participou de uma turnê européia. Apresentou-se no Montreux Jazz Festival, além de festivais em Roma, Inglaterra, Espanha Bélgica e França. Um ano depois, lançou o CD instrumental "Balya" com o Trato a Três.

A partir de 1997, Eduardo Neves começou a tocar com o percussionista Marcos Suzano, com quem gravou CDs premiados. Os músicos se apresentaram na Europa e no Japão. Em 1998, integrou um grupo com o inusitado nome "Pagode Jazz Sardinha's Club". Além dele, faziam parte Rodrigo Lessa (bandolim, bandarra, violão de aço e voz), Roberto Marques (trombone), Lula Galvão (violão e guitarra), Xande Figueiredo (bateria), Marcos Esguleba (percussão) e Edson Menezes (baixo). Com a música que levava o mesmo nome do grupo, criada por Eduardo Neves e Rodrigo Lessa, foram indicados ao Prêmio Sharp 99 como "Melhor Música Instrumental". Quatro meses após o lançamento, o disco, com produção e distribuição independentes, atingiu a segunda tiragem e colocação no top list da Sweden Jazz Web - um dos mais importantes sites de jazz mundiais. O trabalho também foi lançado no Japão pelo selo Nippon Crown Records.

Atuou, ainda, como músico em shows e estúdio com Elton Medeiros, Johnny Alf, Nei Lopes, Dona Ivone Lara, Milton Nascimento, Guinga, Joyce, Ed Motta, Paulinho da Viola, Margareth Menezes, Elza Soares, entre outros. Atualmente, Eduardo Neves integra a banda de Zeca Pagodinho.

Eduardo Neves na internet: http://www.myspace.com/eduardoneves

Quando: 12 de março, às 21 horas

Classificação indicativa 12 anos

Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia entrada para estudantes, professores, idosos e clientes celular pós-pago Brasil Telecom). À venda na bilheteria do teatro (de terça a sexta das 12 às 19 horas, sábado, das 14 às 22h. Aos domingos, a bilheteria funciona somente quando há espetáculo, a partir das 16h).